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Toxicidade do MOFO: uma causa comum de Sintomas Psiquiátricos e pouca gente sabe disso!

Mofo no teto da casa

doença com base em mofo tóxico é uma condição muito prevalente e pouco diagnosticada que pode se manifestar de muitas maneiras diferentes, inclusive com sintomas exclusivamente psiquiátricos, como depressão, ansiedade, problemas de atenção, falta de clareza mental e insônia.

vulnerabilidade à toxicidade por mofo está presente apenas em 25% da população, que, na maioria dos casos, tem uma predisposição genética que inibe a eliminação de biotoxinas.

Uma família pode estar morando na mesma casa com crescimento de mofo, mas apenas um membro da família ficará doente. Isso porque essa pessoa é a única com a vulnerabilidade genética.

O crescimento do mofo é iniciado através de danos causados pela água. Devido às práticas comuns de construção, como o uso de Drywall (chapas de gesso), que não era um material de construção usado no passado, mais pessoas estão sendo expostas a fungos tóxicos, já que o Drywall é um ótimo meio para o crescimento de fungos. Além disso, a prática atual de tornar as residências mais eficientes no uso de energia significa que há menos ventilação com ar externo, e gases de fungos tóxicos podem ser aprisionados internamente, potencializando seu efeito.

As toxinas do mofo podem se acumular no corpo, continuando a causar estragos muito tempo após a cessação da exposição e requerendo um curso prolongado de tratamento. Mas para todos, o primeiro e mais crucial passo no tratamento é identificar onde o mofo está localizado e fugir dele!

Existem empresas especializadas em testes de mofos e outras que oferecem remediação de mofos. Um meio de teste mais econômico é com placas de crescimento de mofo. As placas são colocadas ao redor da casa e depois coletadas e enviadas para o laboratório para análise. Além disso, há um teste de laboratório que pode identificar as microtoxinas na urina.

Alergias a mofo e Toxicidade por mofo não são a mesma doença

Alergias de mofo são devido a esporos de fungos que são inalados e causam febre do feno como sintomas. Isso é diferente do mofo tóxico, que é devido aos vapores tóxicos voláteis produzidos pelo mofo que podem causar uma resposta inflamatória crônica (CIRS), uma reação auto-imune causada pela falta de liberação de bio-toxinas em indivíduos vulneráveis.

Foto do mofo

A toxicidade do mofo pode se manifestar com tantos sintomas diferentes e diversos, que é frequentemente diagnosticada erroneamente.

É provável que alguns casos de fadiga crônica, fibromialgia, distúrbio de ativação de mastócitos, intolerância a histamina, intestino irritável e intestino gotejante, esclerose múltipla e síndrome de Lyme pós-tratamento, que não respondem ao tratamento, sejam devidos a uma resposta inflamatória crônica por mofo tóxico.

Infelizmente, a toxicidade do mofo não está no radar de muitos praticantes e, portanto, eles não o incluem como parte do diagnóstico diferencial.

Alguns dos sintomas comuns do mofo tóxico e do CIRS são:

  • Fadiga
  • Fraqueza
  • Dores
  • Câimbras Musculares
  • Dor incomum
  • Dor de cabeça
  • Sensibilidade à Luz
  • Olhos Vermelhos
  • Visão turva
  • Problemas de sinusite
  • Tosse
  • Falta de ar
  • Dor Abdominal
  • Diarreia
  • Dor nas Articulações
  • Rigidez matinal
  • Problemas de memória
  • Falta de concentração
  • Dificuldades de se lembrar de palavras
  • Diminuição da aprendizagem do novo conhecimento
  • Confusão mental
  • Desorientação
  • Sensibilidade da pele
  • Variações de humor
  • mudanças no apetite
  • Suores (especialmente suores noturnos)
  • Problemas de regulação de temperatura
  • Sede Excessiva
  • Aumento da micção
  • Choques estáticos
  • Dormência
  • Formigamento
  • Vertigem
  • Gosto Metálico na boca
  • Tremores

A boa notícia é que, uma vez feito o diagnóstico, essa é uma condição muito tratável. Pode levar muito tempo, porque deve ser feito com muito cuidado e devagar, ou os sintomas podem ser exacerbados pelo próprio tratamento, à medida que as toxinas do mofo são mobilizadas.

Algumas abordagens de tratamento primeiro fazem uso de ligantes naturais, como carvão e argila, que prendem as microtoxinas e permitem que sejam excretadas, bem como probióticos. A segunda fase do tratamento é antifúngica.

Fonte: Psychology Today

UMA RESPOSTA

  1. Rute Zwar

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